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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Tyranni
Infraordem: Furnariides
 Sibley, Ahlquist & Monroe, 1988
Parvordem: Furnariida
Superfamília: Furnarioidea
 Gray, 1840
Família: Dendrocolaptidae
 Gray, 1840
Subfamília: Dendrocolaptinae
 Gray, 1840
Espécie: L. fatimalimae

Nome Científico

Lepidocolaptes fatimalimae
Rodrigues, Aleixo, Whittaker & Naka, 2013

Nome em Inglês

Inambari Woodcreeper


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Arapaçu-do-inambari

O arapaçu-do-inambari é uma ave da ordem Passeriformes, da família Dendrocolaptidae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) lepis = com marcações, com listas; e de kolaptës = bicador, pica-pau; e de fatimalimae = homenagem à ornitóloga brasileira, médica veterinária e pesquisadora do Museu Pareaense Emilio Goeldi, Maria de Fátima Cunha Lima. ⇒ Bicador de Fátima Lima ou pica-pau de Fátima Lima.

Características

A cabeça apresenta coloração castanho escuro com indistintas estrias curtas e acastanhadas na testa e nos lores. Plumagem da nuca e parte superior das costas, cauda e asas são marrom acastanhado. Manto superior não marcado e de coloração igual a cabeça. Primárias, secundárias e coberteiras da asa de coloração castanho acinzentado. Manto inferior e uropígio castanhos claros. Retrizes castanhas da mesma coloração das asas. Garganta de coloração oliva escuro. Parte inferior da garganta e peito são marrons com estrias claras brilhantes em forma de seta com bordas pretas contrastantes. A parte superior do ventre é marrom com raias na cor bege pálido. Parte inferior do ventre mais pálido do que a parte superior e coberta com raias de cor bege claro que variam em comprimento.
A íris é marrom escura. Maxila acinzentada com uma base marrom escuro; a mandíbula acinzentada. Tarsos e pés verde oliva acinzentado (Rodrigues et al., 2013).

Subespécies

Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).

Alimentação

Forrageia principalmente em pares no dossel de florestas primárias de terra firme, muitas vezes ao longo da borda da floresta, quase exclusivamente em associação com bandos mistos de espécies do dossel, às vezes aventura-se em floresta de várzea inundada. Normalmente forrageia agarrando ao longo troncos de árvores e ramos, de onde eles capturam os artrópodes na superfície da casca, fendas, ou mesmo debaixo da casca dos troncos.

Reprodução

Seu ninho e ovos permanecem desconhecidos; presumivelmente constrói ninhos em cavidades de árvores, tal como Lepidocolaptes albolineatus (Tostain, et al., 1992).

Hábitos

Outros hábitos…

Distribuição Geográfica

Encontrado em várias localidades ao longo da planície amazônica a oeste do Rio Madeira e ao sul do Rio Solimões nos estados do Acre e Amazonas, no Brasil. A espécie também é encontrada nos departamentos de Cuzco, Hminuco, Junin, Loreto, Madre de Dios, Pasco, San Martin e Ucayali no Peru, e também em Beni, Cochabamba, La Paz, Pando e Santa Cruz na Bolívia (Zimmer 1934), (Schulenberg et al 2007).

Referências

Consulta bibliográfica sobre subespécies:

Galeria de Fotos